7 rolês que você tem que experimentar em abril

Chegou o momento mais esperado do mês: os indicados Trinta e Seis! Filtramos tudo o que fizemos em março e separamos apenas as coisas legais para você experimentar também.

Ah, e como 7 de abril é o Dia Mundial da Saúde, resolvemos indicar algumas coisas saudáveis que podem ajudar a melhorar a sua vida. Confira:

1. Montar um acervo de #oftd
por Cindy da Rosa

Um dos maiores sonhos de toda garota que nasceu na década de 90 era ter um computador em seu closet igual ao de Cher, de “As Patricinhas de Beverly Hills”, capaz de simular looks com as peças de roupa ali contidas. Infelizmente, ainda não chegamos a esse nível de tecnologia, mas esse mês comecei a fazer algo que ajuda tanto quanto. Todo dia eu registro uma foto do meu look, bem básica mesmo, sem dar atenção à estética, só para poder arquivar as combinações que faço na minha rotina. Partilho esse hábito com a minha melhor amiga, então é mais dinâmico e divertido também, pois enviamos nossos oftd e comentamos na escolha uma da outra. O intuito é ter para onde recorrer quando falta inspiração do que usar e, por mais que o Instagram alheio funcione como um acervo maravilhoso para isso, nas minhas fotos tenho exemplos mais reais e práticos, pois são elaborados com as minhas coisas. Dá para se empolgar e categorizar as fotos, separando por temperaturas, cores, versatilidade de peças, etc. Alguém aí parceiro de montar um app que faça tudo isso por mim?

2. Dar uma chance aos batons
por Gabriela Cavalheiro

Sempre fui uma menina bem ~moleca e nunca gostei de usar batom. A textura daquela coisa na minha boca me incomodava profundamente, além de que eu sempre me achava estranhíssima usando batons vermelhos ou cintilantes. Porém, esse mês eu resolvi dar o braço a torcer e dar uma chance à boca pintada e olha… fiquei bem feliz com a minha escolha. Comprei o Batom Líquido Comfort Matte, do Boticário, na cor Taupe Chic. O batom durou hoooras, combinou bem com o meu tom de pele e ficou sequinho sem dar aquela sensação angustiante de boca seca. O preço foi um pouco salgado, cerca de R$ 40, mas acho que foi uma boa introdução nessa vida de meninas que usa batom e até fiquei com vontade de experimentar outras cores.

 3. Comprar um tênis de corrida
por Natasha Heinz

Eu imagino que os benefícios de um tênis de corrida sejam óbvios pra todo mundo, mas lembrem que eu era emo na adolescência (cof ainda sou cof), então, a última vez que comprei um tênis de esporte foi no ensino médio pra fazer educação física – ou seja, mais de 10 anos atrás. Nas minhas eventuais tentativas de fazer academia durante esse tempo, fui usando os tênis antigos que eu tinha, que foram se desmantelando ao pouco, deixando meu Nike colorido (aqueles estilo que o Restart usava, sabe?) como a melhor opção pra correr na esteira – algo que minhas costas de quase 30 anos não aprovavam. Ainda assim, não pensava em comprar algo melhor porque achei que não usaria… até minha amiga me fazer entrar num outlet da Nike e eu me deparar com OS DESCONTOS e achar vários tênis por menos de 100 reais. Fui procurando as opções pro meu tamanho e acabei achando um que até era bonitinho e resolvi comprar. Resultado: faz mais de uma semana e ainda não tirei ele do pé. É tão leve!! Caminhar fica tão fácil!! As costas e os pés não doem depois de várias horas passeando por aí!! E eu até tô achando que ele não fica tão ruim assim com os vestidos, shorts + meia calça e calças rasgadas que eu uso.

4. Fazer aulas de dança (especialmente se for Stiletto)
por Roberta Reis

Eu gosto muito de dança. Na infância e adolescência já fiz partes de grupos e até participei de competições, mas na vida adulta, só dancei na pista escura sob efeito de álcool. Depois de acompanhar muitos canais de dançarinos e coreógrafos, tentei diversas modalidades e escolas em Porto Alegre e acabei desistindo. Seja por não me sentir à vontade com a turma ou o professor, por ser longe, por ser caro, sempre tinha uma desculpa. Em março, resolvi tentar a aula de Stiletto numa escola perto da minha casa. A modalidade ficou mais famosa mundialmente quando o Yanis Marshall (maior nome do gênero), fez um vídeo dançando Spice Girls em diversos pontos de Paris. Claro que ainda tô bem iniciante e não uso esse salto agulha, mas já tô adorando! É ótimo para autoestima, conhecer o corpo, treinar a coordenação motora, memória, além de estar fazendo um exercício físico se divertindo. Por enquanto, só pontos positivos. Espero que dessa vez eu consiga não desistir.

5. Ler a poesia de Rupi Kaur
por Jennifer Baptista

melhor programa pra um dia de chuva 🌧️

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Conheci a instapoetry no ano passado, quando Rupi Kaur me apresentou o gênero através do seu instagram e de seu livro de estreia “Outros jeitos de usar a boca”. Me encantei pela forma feroz com que ele expressa temas como feminismo, abuso, violência, perda, família e amor, conseguindo nas poucas linhas gerar identificação com o leitor. Em março, li “O que o sol faz com as flores”, seu segundo livro de poesias que aborda temas como origens, família, amor e crescimento. Devorei suas páginas em um fim de tarde e ainda estou processando tudo o que vivi em cada verso. A Rupi tem uma magia que faz com que tu mergulhe naquele mundo que te é narrado, fazendo com que tu enxergue tua própria história naquelas palavras, reflita sobre o que é jogado na tua cara ou simplesmente tenha empatia pelo eu-lírico e os personagens ali abordados. Li a coletânea no dia 31 e não consigo pensar em outra forma de encerrar um mês tão conturbado e cheio de reviravoltas. Só sei que sigo nesse estado reflexivo e recomendo muito a leitura – quer você goste de poesia ou não.

6. Fazer natação para relaxar e se exercitar
por Gabriela Cavalheiro

Como toda criança de classe média com problemas respiratórios, a natação fez parte da minha infância. Depois experimentar fazer academia por um ano, resolvi que queria fazer algo diferente, mais leve, e resolvi voltar à natação. Estou indo para o meu terceiro mês de aulas e já sinto que a minha respiração já melhorou bastante no dia-a-dia, me sinto mais motivada e já aprendi a tomar água pelo nariz sem me afogar ou entrar em pânico. A natação também tem sido bem boa pra amenizar as minhas tendências ansiosas, porque me faz buscar um equilíbrio constante entre corpo, respiração e pensamento. E a melhor parte: não precisa lidar com suor!!

7. Tomar suplemento de vitaminas
por Natasha Heinz

Em 2016, eu descobri que estava com deficiência de B12 e minha ginecologista mandou eu tomar injeções, porque aumentaria os níveis da vitamina mais rápido do que com cápsulas. Porque minha mãe, que tem medo de agulha, fez um drama que ia ser super dolorido e porque eu sou enrolada, a receita acabou perdendo a validade. Logo depois, fui em outra médica que falou que, por eu comer carne, não precisava me preocupar muito com isso, então acabei deixando de lado. No fim do ano passado, fiz outro exame de sangue, que apontou que minha B12 tinha aumentado, mas continuava extremamente baixa. Aquilo me incomodou muito, ainda mais porque sou meio paranoica e achei que estava sentindo os feitos dessa falta. Tentei melhorar isso comendo o máximo de carne possível pro meu orçamento e pro meu estômago, que nem sempre se dá bem com carne vermelha, mesmo meio à contragosto. Até que uma amiga que basicamente nunca come carne me disse que toma B12 sublingual há anos e isso ajudou os níveis subirem exponencialmente. Estou tomando há bem pouco tempo, então, não posso garantir os resultados, mas… tô tentando.

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