Para assistir #2: Broad City, a série mais relatable da atualidade

Se você for viciado em séries, como esta pessoa que escreve, sabe que é uma tortura aquele hiatus da TV americana onde as temporadas de suas séries preferidas estão sendo finalizadas e você se vê procurando loucamente algo novo para assistir, foi assim que descobri a INCRÍVEL Broad City.

Ilana Glazer e Abby Jacobson protagonizavam uma web série no Youtube em 2009 contando sobre o dia a dia delas de uma forma exagerada e non sense, fez tanto sucesso que Amy Poehler, junto com o canal Comedy Central, comprou a ideia e decidiu produzir para a TV.

A série passa em Nova York e conta sobre a vida das duas amigas Llana e Abbi  que estão naquela fase em que não são mais adolescentes, mas também não se consideram adultas, já que não agem como tal.

Llana trabalha como operadora de telemarketing e nem ela sabe exatamente o que está fazendo naquele emprego (na sua cabeça o emprego só serve para ela ter dinheiro para comprar maconha) e Abby trabalha como faxineira em uma academia ao mesmo tempo que tenta se tornar uma instrutora e decolar na carreira de ilustradora.

As duas se envolvem em situações hilárias, como quando Abby vai fazer xixi em um banheiro químico que estava em cima de um guincho e o carro começa a andar. A cara de desespero dela e da Llana correndo atrás é hilária.

As duas são bem resolvidas quanto a sexo, fumam muita maconha, não estão sempre com a maquiagem e cabelo impecáveis (na verdade, quase nunca estão) e fazem o que querem, tanto na vida pessoal, quando na profissional.

A série ainda conta com participações especiais de Seth Rogen como um ficante de Abby e Hillary Clinton, que na época estava concorrendo para presidente dos EUA, interpretando ela mesma.

Em tempos onde a amizade feminina é sempre questionada, ter um programa onde duas personagens tem um amor puro, sem julgamentos, sem vergonha e sem segundas intenções é realmente incrível.  Com um humor grotesco, Broad City está longe de ser um grande sucesso aqui no Brasil, mas pode ser sim considerada uma série divertida e feminista.

A terceira temporada estreou na ultima semana nos EUA e também é transmitida pelo Comedy Central no Brasil.

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