Música da Semana #17: Better Man – Little Big Town

Música da semana é a nossa ~nova série aqui no 36. Cada sexta, vamos escrever um textão falando sobre alguma música que passou a semana inteira no repeat. Porque a gente gosta de compartillhar a vida e porque sim. 

Frequentemente eu me pego divagando sobre a importância da música na minha vida (mais por eu conseguir enxergar de maneira bastante clara o efeito que ela tem no meu humor/emoções/vida do que por eu ser uma pessoa questionadora). Em um certo momento da minha vida, tive o infortúnio de passar um mês inteiro sem poder ouvir música no meu caminho para o trabalho, algo que eu considero de extrema importância na minha rotina. E meu deus, que grande castigo. Então, busquei entender o que exatamente faz da música algo tão essencial no meu dia a dia e acabei por descobrir muitos aspectos desse relacionamento que passaram despercebidos em meio à tantas melodias.

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Uma única música é capaz de alterar meu humor, de reforçar um sentimento subconsciente, de me fazer viajar para uma vida paralela que eu crio durante aquela playlist. Isso me fez notar que destinamos músicas para situações específicas das nossas vidas: para levantar o humor, para chorar as mágoas de um coração partido, para gritar de raiva daquela pessoa que te fez de trouxa, e assim por diante. Quando eu estou passando por determinada emoção, eu já tenho artistas específicos para compor a trilha sonora do meu script. Para cada enredo eu tenho um parceiro perfeito a quem recorrer.

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Aí que entra a trilha sonora dessa semana: dentro do meu repertório musical, não existem dúvidas de que Taylor Swift é a rainha da balada você-destruiu-esse-relacionamento-sozinho-e-agora-meu-coração-nunca-será-o-mesmo. E meu deus, eu não sabia o quanto eu precisava de um injeção de auto piedade até ouvir Better Man. Interpretada pela banda Little Big Town, mas escrita por Swift, a música é ideal para gritar a letra enquanto segura uma garrafa de vinho em uma mão e limpa o ranho com a outra. É a típica canção pós relacionamento que Taylor sabe escrever tão bem, mas que por questões de ~maturidade ficou faltando no último álbum da cantora, 1989. É o nosso sentimento de raiva misturado com desespero, composto por palavras mais sofisticadas e frases melhor articuladas do que nós jamais seríamos capaz de expressar.

Aqui fico eu, comendo meu brigadeiro (muito quente para vinho) e gritando/soluçando para os ventos: THE BRAVEST THING I EVER DID WAS RUUUUUUUUUUUN.

 

 

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