10 motivos para ir nos shows do The Maine no Brasil em julho

Talvez vocês já tenham cansado de me ler falando sobre The Maine, talvez vocês estejam que nem uma amiga que comentou que daqui a pouco vão me chamar pra entrar na banda de tanto show que eu vou (foram só 4 ok, mas se estiverem precisando de jornalista pra 8123, eu moro nos EUA e tô procurando emprego), talvez vocês estejam entrando nos site pela primeira vez porque viram “The Maine” no título.

De qualquer forma, bem vindos!

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Antes de começar os motivos, vamos ouvir o novo single da banda, “Bad Behavior”:

Lá vamos nós!

E não esqueçam que os ingressos começam a ser vendidos dia 27 de janeiro e provavelmente vai ter meet & greet pra quem comprar primeiro (isso é um chute, mas é o que acontece normalmente) (e acredite quando eu digo que você vai querer ir no meet & greet e ver esses rostinhos de perto).

Não somos site de notícia pra ficar anunciando data e eu não quero procurar pra não ficar triste, mas entrem lá em wearethemaine.net pra mais infos.

1. Nenhuma banda que surgiu na mesma cena evoluiu tanto

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Eu não vou compartilhar o cover deles de I Wanna Love You, do Akon, porque temo pela minha vida (mas se quiserem procurem o vídeo no Youtube), mas as vezes é difícil acreditar que a mesma banda gravou “The Way We Talk” e “Forever Halloween”. Ao invés de continuar fazendo a mesma música de sempre, cada álbum do The Maine soa completamente diferente do anterior, mas sem parecer difuso. Para conseguir isso – fazer exatamente o que quiserem -, eles tiveram que sair da gravadora em 2011, uma escolha que deu muito certo. Recentemente (há exatos 5 dias), eles comemoraram 10 anos de banda com um festival em Phoenix e o negócio lotou (!!!) com gente de todo o mundo viajando só pra assistir eles e outras bandas do mesmo coletivo. Nada mal pra uma banda independente.

2. Apoiar bandas independentes

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Vocês sabiam que o The Maine ficava vendo a gente comentar em português nas redes e pensavam “nossa, temos que ir pra esse país!!”, mas a gravadora não queria que eles viessem porque achava que era falta de tempo e dinheiro. Sabe qual foi uma das primeiras coisas que eles fizeram depois de sair da gravadora? Isso mesmo, vir pro Brasil!!! Isso foi em 2011 e nunca mais pararam: 2017 vai ser a sexta passagem da banda por esse país tropical abençoado por deus e bonito por natureza.

3. Ouvir música boa (duh)

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Imagina se eu faço todo esse drama e daí digo que as músicas não são tão boas assim???

Não, mas sério. Ouçam a música acima e depois ouçam todas as outras. Eu tenho sérios problemas com escolhas, então, só joguei esse clipe aí porque ele é incrível e não quis pensar muito sobre o assunto, se não, ia sofrer.

(Fui ver esse vídeo de novo e agora tô sofrendo, jornalismo acaba com a saúde mental de uma pessoa)

4. Ver um show que pode melhorar sua vida

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Eu quase usei a palavra mudar, mas não quis exagerar. Além da energia da banda no palco ser enorme, a plateia é incrível. Mesmo que você chegue sozinho no show, vai sair de lá como se tivesse passado a noite com seus melhores amigos. Parece sem sentido dizer isso, mas é como se, em algum momento entre a primeira música e o bis, todo mundo se tornasse parte de uma coisa só. Você sai do show muito maior do que entrou. É difícil explicar em palavras. Como o John me disse uma vez: você vai ter que ir e descobrir.

5. O show de abertura provavelmente também vai ser bom

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Se eles seguirem o que foi feito nas últimas duas turnês no Brasil, vão trazer alguma outra banda da 8123, coletivo de artistas criado pela banda. Os meus chutes são: The Technicolors ou Beach Weather (mais provável, eu acho).

6. Descobrir o que é gostar de uma banda sem drama

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Eu sigo muitos coletivos no Twitter e todos os dias tem uma banda nova fazendo ou falando alguma coisa errada. Sabe que banda TODOS eles amam e divulgam sem parar? Se você disse The Maine, acertou! Drama vai ser só o seu depois querendo ver outros shows.

7. Participar de um meet & greet sem gastar um centavo a mais

#tbt pro último aniversário do john

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Porque pagar pra tirar foto com ~artista~ é muito 2014. Meet & greet sempre é uma coisa meio babaca (eu acho), mas aqui nos EUA eles têm o costume  de  falar com os fãs na rua depois dos shows. Isso, obviamente, não acontece no Brasil, então, eles criaram esse jeitinho~~ pros fãs também poderem ter um ~momento~ com eles.

8. Comprar as melhores merchs

minha roupa-resposta quando dizem que amam neve ☃️

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Na última black friday, comprei um moletom em que está escrito “I’d Rather be in Arizona” e já usei ele em uns 4 estados diferentes dos EUA. NUNCA volto pra casa sem pelo menos alguém perguntar por que eu preferiria estar no Arizona do que em Ohio/Connecticut/NY/Tennessee. Eu normalmente respondo que é pela temperatura e aqui em Ohio um cara teve coragem de dizer que, em alguns lugares do Arizona, poderia estar mais frio do que os -13ºC que fazia no dia. Eles também têm um boné escrito MAKE AMERICA EMO AGAIN. Pra completar, o shipping do site é ridiculamente caro, então o show é um  bom lugar pra comprar essas preciosidades.

9. Apreciar como eles são altos

não sei viver sem ter vocês

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Não sei porque isso é um motivo real, mas foi o primeiro comentário que minha mãe fez quando eu compartilhei a foto acima no Facebook (relevem minha cara, por favor). Ignorando o fato de que eu tenho um metro e meio, eles são bem altos mesmo, o que pode tornar fácil de enxergar todo mundo no palco, mesmo se você estiver mais pra trás no show (???).

PS. Desculpa por postar tanta foto minha

10. Me representar porque eu não vou poder ir

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Além de não estar no Brasil em julho, a parte norte-americana da Lovely Little Lonely tour simplesmente não vai passar por Ohio, onde eu moro. Ou seja, valeu mesmo, Tim! (ou quem organizou essa tour). Então, pra recuperar a minha falta, tem que ir gente disposta a gritar bastante. Além disso, espero muitos vídeos dizendo “Wish you were here!!!!”, fica a dica.

Escrevi mais sobre The Maine aqui e sobre minha ida pro Arizona aqui.

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