#semanawicca: ed sheeran é o membro perdido da família weasley

Na última semana, chegou ao cinema em duas sessões super exclusivas e especiais, o show/documentário “Jumpers for Goalposts”, que nos ~dá acesso às três noites em que Ed Sheeran tocou em Wembley em julho desse ano. É claro que a gente, que já sabia que um show do ruivo era imperdível mas infelizmente não con$eguiu assistir ele aqui no Brasil, não ia deixar de conferir esse momento em que ele tocou sozinho pra 80 mil pessoas – três vezes seguidas.

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As impressões abaixo vêm de duas pessoas da nossa equipe, uma que já viu ele ao vivo e outra que não – no fim, conseguimos chegar a apenas uma conclusão: Ed Sheeran só pode ser bruxo, porque ninguém pode ser tão maravilhoso assim sendo trouxa.

Levei minha mãe para ver o show do Ed Sheeran no cinema

Por Natasha

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Quando vi a notícia que o show/documentário do Ed ia passar nos cinemas em portinho, não tive nenhuma dúvida de quem convidar: minha mãe. “+” tocou no carro dela – quase literalmente – sem parar por dois anos… até eu gravar (desculpa) o “x”, que é a atual trilha sonora. Ela ficou bem feliz com o convite, mesmo preocupada em ser a pessoa mais velha no cinema, afinal, eu tinha feito  uma cobertura comentada de todo show dele que assisti em Los Angeles ano passado – inclusive,  lá eu comprei uma camiseta “para nós” pra justificar estar gastando 35 dólares no fim da viagem (sim, ela usa de vez em quando). Minha mãe gostar do Ed Sheeran é a prova 01 de que ele é mágico, porque ela não tem muito apreço pelos artistas que eu gosto normalmente. Chegamos no cinema e, esperando na frente da sala, não éramos a única família. Tinha uma menina com os pais, uma outra com a mãe e até uma com o avô.

Quando ele subiu no palco e começou com I’m a Mess, me senti de volta no Staples Center (sdds L.A.), subindo na grade pra enxergar melhor e cantando com todo mundo em volta de mim. Como o cinema tava escuro e o som era bem alto, a sensação era bem parecida – tirando que 99% das cadeiras em volta de mim estavam completamente vazias, ao contrário do show sold out que eu assisti. Minha mãe ficou bem chateada com isso, ela ainda tinha esperança que um dia ele ia fazer show em Porto Alegre. “É, assim mesmo, só ele no palco?” ela perguntou, impressionada, “Teu show foi assim também?”. Sim, sim, mãe, com esses telões e tudo. Praticamente o mesmo setlist até, mas o meu infelizmente teve Snow Patrol ao invés de Elton John. Demos uma choradinha quando ele subiu no palco, inclusive, junto com o resto da galera mais velha que tava assistindo o show de verdade.

Assistir esse show/documentário foi nostálgico. Sempre adorei ver DVDs de shows, mas acho que nunca tinha passado pela experiência de descobrir como é um show assistindo ele ao vivo e só depois ter a chance de ver todos os detalhes numa tela, ver as outras pessoas e a visão do palco. Gostei de ter dividido esse momento~ com a minha mãe, espero que um dia a gente possa ver ele ao vivo juntas (participem da minha campanha #EdMeetMyMom e me ajudem a realizar esse sonho, galera). Ela realmente amou o show e admirou o fato do Ed fazer tudo sozinho no palco, só ficou preocupada com uma coisinha: “Ele bebe muito, né? Deve ser por isso que todas as namoradas largam ele”.

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O mais perto que cheguei de Ed Sheeran foi através de uma tela de cinema

Por Cindy

A minha perspectiva é a de alguém que somente experienciou a “X Tour” através de uma tela de cinema (e pelos vídeos no Tumblr, vamos ser honestos). Apesar de já ter visto muita coisa da turnê e já saber como os shows funcionavam, achei que a tela do cinema ia ser o mais perto que eu ia me sentir de ter ido no show.  O que me traz para minha primeira observação: faltou ser em 3D. Realmente teria feito toda a diferença para mim que desejava ver o Ed o mais perto de mim possível. Parece que até os efeitos especiais pediam isso.

Já o setlist foi composto só por músicas bem conhecidas e teve bastante variedade entre álbuns, mas deixou a desejar porque foram poucas músicas, deixando a gente com o sentimento de “faltou minha favorita” (Don’t?? Drunk??). Claramente o intuito do filme não é fazer com que o telespectador se sinta no Estádio Wembley, que se sentisse incluído na turnê mesmo que não tenha ido a nenhum show, mas sim contar a trajetória da carreira do Ed e mostrar os bastidores daqueles shows. O que eu achei muito legal, mas gostaria que tivesse sido mais concerto do que documentário.

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Chorei? Não. Mas quase. Durante todo o filme. A primeira cena já me deixou com os pelinhos todos arrepiados e uma sensação engraçada no estômago, quase como se eu estivesse orgulhosa da conquista dele (o que eu meio que estava pois: fangirl). Sem contar que eu e minha melhor amiga super nos identificamos com o pessoal da platéia do show chorando/dançando/morrendo. What the fuck essa magia negra que o Ed tem que faz eu ficar emocional!?

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Conclusão: podia ser melhor, podia ser em 3D, ter mais músicas, ser mais barato (40 reais?? Really vida??), mas é Ed Sheeran ao vivo. Se um cara que se apresenta sozinho no palco para um público de 90.000 pessoas não vale um filme, quem vale?

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