teller vs. alba: qual o melhor quarteto fantástico?

Essa semana eu entrei em uma sala de cinema para assistir ao filme do Quarteto Fantástico. Há 10 anos, em 2005, estava fazendo a mesma coisa. Parece que o jogo não virou, não é mesmo?

No novo longa, produzido pela Fox e não pela Marvel, Miles Teller, Kate Mara, Jamie Bell e Michal B. Jordan interpretam uma versão levemente mais descolada e melhor distribuída racialmente da equipe, antes interpretada por Jessica Alba, Chris Evans, Ioan Gruffudd e Michael Chiklis – esses dois últimos morreram ou foram pra Record. Mas qual dos filmes é o melhor? Por qual o Quarteto será lembrado no futuro? A gente avalia:

1) Looks

Juntos eles formam poderoso megazord
Juntos eles formam poderoso megazord
Questão importantíssima, tanto em 2005 quanto agora. No novo filme, eles não chegam a usar uniformes de fato, mas roupas funcionais, todas muito sombrias, meio góticas. Já no anterior, rolam os colants de borracha, nível power rangers.

Veredito: 2015 obviamente! Já levaria fácil esse só pelo fato das roupas nos anos 2000 serem terríveis, que ano desastroso pra moda foi 2005, né?

2) Triângulo amoroso

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A Mulher Invisível/Sue Storm (Alba/Mara) se casa com o Sr Fantástico/Reed Richards (Gruffudd/Teller), mas antes rola 01 triangulo amoroso com o Viktor Von Doom (Julian McMahon/Toby Kebbell). Enquanto em 2005 haviam DRs e pedidos de casamento, na nova versão rola pouca tensão sexual. Até você no tinder deve ter ido mais longe.

Veredito: 2005! Por mais cafona que seja, a gente se envolve mais com filme quando tem treta amorosa, desculpa ae galera.

3) Vilanezas

hey toby, call me maybe
hey toby, call me maybe
Doutor Destino, AKA, Viktor Von Doom é o vilão de ambos os filmes. Em 2005 ele era o playboyzão rico, vaidoso. Em 2015 ele está mais próximo ao zeitgeist, como um cara meio hipster com barbinha e que vive de freelas.

Veredito: Ponto para os Hipster! Além da versão 2015 ser muito afudê, o Destino de 10 anos atrás teve uma daquelas cenas de revelação-do-plano-maligno que eu não perdoo.

4) PODERES!!!

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Chris Evans já fritaria um bife com esse superpoder
Vamo falar de coisa boa: Poderes! São dois filmes de origem então neles descobrimos como o quarteto vira o FUCKING QUARTETO. Depois de uma ida mal-sucedida à outra dimensão, o quarteto 2015 acaba em uma unidade militar. Já em 2005, depois de uma tempestade no espaço, os personagens se recuperam em um instalação nas montanhas, em que até rola um Esqui, quase um spa.

Veredito: Galera da Jéssica! Apesar de tudo eles pareciam se divertir com os poderes e usar em atividades do cotidiano. Já o pessoal de 2015 tem muita culpa cristã, dá uma agonia.

5) Galerinha entrando em altas confusões

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Cada obra de arte reflete o espírito de uma geração… Se lá em 2005 a Fox estava mais preocupada em fazer um blockbuster do verão diversão pura, agora vivemos a era pós-Marvel e Nolan, em que filmes de quadrinhos tem de ser complexos e parte de um universo, quase um plano de deus. Logo, o 1o longa é mais bobinho e segundo mais denso e mais mimi com seus personagens.

Veredito: sei lá, você decide! Ou então vá assistir a Os Incríveis no Netflix. Ou a versão trash de 1994.

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